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Encontros de sensibilização do programa Pense Grande, realizados em março, impactaram mais de 7 mil estudantes de Etecs e Fatecs de São Paulo

Já pensou em um amigo virtual que ajuda as crianças a se alimentarem bem e praticarem exercícios? Estudantes da Escola Técnica Estadual (ETEC) Takashi Morita, na Zona Sul de Paulo, pensaram, após participarem das oficinas de sensibilização e da Hacktona realizadas pelo Pense Grande, em março.

Com duração de duas horas, as oficinas apresentaram o programa a 7.650 alunos do 2º e 3º ano de 27 ETECs e 4 Faculdades de Tecnologia (Fatecs). Já a Hacktona, contou com a presença de 1.557 desses estudantes, desenvolvendo protótipos de empreendedorismo social baseados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Os encontros foram mediados por facilitares do Impact Hub, parceiros executores da Fundação Telefônica Vivo. Os facilitadores conheceram os alunos, ajudaram na formação de grupos e apresentaram uma série de conceitos da cultura empreendedora. Os ODS orientaram o desenvolvimento inicial dos projetos, apoiados por outras ferramentas, como prototipação.

Tecnologias digitais

Uma vez por dentro de alguns conceitos, estudantes colocaram a mão na massa e soltaram a criatividade. E as sugestões engenhosas para problemas socioeconômicos e ambientais não demoraram a aparecer. “Na Hacktona os alunos já têm ideias muito boas. Muitos já sabem até o nome técnico das coisas. Foi a primeira vez, por exemplo, que vi proporem um wearable”, diz a formadora Vitória Dias de Freitas, 26, do Impact Hub.

Com wearable (termo em inglês referente a “tecnologias de vestir”), ela estava falando do projeto de estudantes da ETEC Takashi Morita. Após escolherem o ODS número 3 (Saúde e Bem-Estar) durante a dinâmica de prototipação, eles resolveram enfrentar o problema da obesidade infantil.

A ideia apresentada pelo grupo foi criar um relógio inteligente (smartwatch) que funcione como um amigo virtual a ser cuidado pelas crianças. Para que ele se mantenha saudável, as crianças teriam que comer bem e praticar os exercícios estipulados para colega imaginário, adotando novos hábitos de uma maneira lúdica.

 

Na Etec Irmã Agostina, da Mooca, Zona Leste de São Paulo, os alunos também se valeram do potencial das soluções digitais. Eles escolheram trabalhar com o ODS 10 (Redução das Desigualdades), criando o protótipo de um aplicativo com um personagem chamado X. A cada jogada, é possível descobrir o gênero, a identidade sexual e outras características de X, discutindo estereótipos e fomentando a cultura da diversidade.

A ideia de acolhimento também esteve presente na ETEC Cidade Tiradentes, outra representante da Zona Leste de São Paulo. Estudantes da escola propuseram o desenvolvimento do aplicativo “Psicólogo Online”, que visa facilitar o acompanhamento profissional de pessoas com depressão.

Ganhos para as escolas

Na visão do diretor da ETEC Takashi Morita, Marcelo Coelho de Souza, o Pense Grande traz o lado prático do que é ensinado nas aulas, estimulando entre os alunos a cooperação, o raciocínio e uma postura proativa diante de problemas reais.

“O programa pode trazer muitos ganhos para o aperfeiçoamento didático das escolas. Trata-se de uma situação de aprendizagem aberta e dinâmica, que possibilita a inovação, a troca de experiências e a construção de conhecimentos”, diz.

ETECs

Administradas pelo Centro Paula Souza, as Etecs atendem 213 mil estudantes nos Ensinos Técnico, Médio e Técnico Integrado ao Médio, com 138 cursos técnicos para os setores industrial, agropecuário e de serviços, incluindo habilitações nas modalidades semipresencial, online, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e especialização técnica.

abril 17th, 2018

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Primeiro Acessa Campus surge em parceria entre Fundação Telefônica Vivo, Governo do Estado e o Centro Paula Souza

O governo de São Paulo lançou em fevereiro na capital paulista, com o apoio da Fundação Telefônica Vivo, um projeto piloto de coworking. O local de trabalho compartilhado está inserido no programa de inclusão digital AcessaSP.

Chamado de Acessa Campus, ele funcionar no espaço do AcessaSP na Escola Técnica Estadual (ETEC) Parque da Juventude, em Santana, na zona norte da cidade. O Centro Paula Souza, que administra as escolas técnica no Estado, também é parceiro na iniciativa.

 

Projetos

No início de março, foram anunciados os projetos selecionados para participarem do Acessa Campus 2018. Das 88 equipes inscritas, 30 dividirão o espaço colaborativo, e 58 o espaço de aceleração.

Por 10 meses, as 256 pessoas envolvidas nos projetos, entre alunos de escolas técnicas a professores, terão acesso ao espaço de trabalho, wi-fi e apoio de profissionais das áreas de gestão, marketing e jurídica para o desenvolvimento de suas iniciativas de forma gratuita.

Destes selecionados, 60 serão acompanhados pela Fundação Telefônica Vivo por meio do programa Pense Grande. Elas receberão capacitações, assessoria e mentoria, participarão também de conversas com empreendedores, além de ter acesso a diversas ferramentas para desenvolverem seus projetos.

Os projetos inscritos são de diferentes temas, como ensino de inglês para jovens da periferia, moda sustentável, jogo para conscientização ambiental, projetos de acessibilidade para deficientes auditivos e visuais, e até uma plataforma de financiamento coletivo e microcrédito.

A Metodologia Pense Grande traz todos os passos para que os jovens possam fazer a diferença por meio do empreendedorismo social. Dividida em dez grandes temas, a publicação propõe atividades práticas e indica conceitos importantes sobre o tema. Baixe agora gratuitamente e coloque a mão na massa!

abril 2nd, 2018

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No Dia Internacional da Mulher, saiba mais sobre o Planty, plataforma liderada por jovens estudantes cheias de sonhos e que acreditam muito no seu potencial.

Larissa Frazato, Julia Agustino e Thaiene Raimundo têm 17 anos e um sonho em comum. Além de compartilharem a idade e também as aulas do curso técnico de Nutrição na Etec Uirapuru, em São Paulo, as jovens querem tornar as PANCs, Plantas Alimentícias Não Convencionais, em alimentos bem mais conhecidos e presentes em nosso dia a dia.

Para isso, as estudantes desenvolveram o Planty, uma plataforma que une pequenos produtores rurais a quem quer consumir esses alimentos e ainda incentivar a plantação de hortas comunitárias.

A ideia nasceu a partir do Programa Pense Grande na Etec Uirapuru no segundo semestre de 2017. Ao longo de quatro meses, os jovens participantes desenvolveram ideias empreendedoras com alguma relação com um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, e que, ao mesmo tempo, buscasse soluções para suas comunidades e entornos.

“Pudemos nos desenvolver intelectual e pessoalmente, além de assimilarmos a relevância de trabalhar em grupo e identificar que cada um possui um saber diferente do outro”, conta Julia. “Além disso, somos mulheres trabalhando juntas desenvolvendo o próprio projeto. Também aprendemos a lidar com nossas dificuldades e a confiar em nossa capacidade”, completa Larissa.

Em 2017, o Planty ficou em segundo lugar no Demoday de novembro, evento de apresentações para testar e validar os projetos dos estudantes

Desafios e oportunidades

Segundo Julia, um dos maiores desafios até o momento foi entrar em contato com os pequenos agricultores, definir a melhor forma de atendê-los e montar todo o modelo de negócio.

“É um projeto focado no cuidado com a natureza, em produtos que sejam saudáveis, sustentáveis e, ao mesmo tempo, saborosos. Como forma de garantir essa ideia, o Planty criou um serviço de assinaturas para expandir os recursos e os incentivos enviando aos assinantes caixas personalizadas com as plantas, sementes, produtos derivados e até utensílios para quem deseja realizar o plantio.

Apesar do site oficial do projeto ainda não está ar, as encomendas podem ser feitas pelo e-mail projetoplanty@gmail.com. “Temos muitas ideias para expandir o projeto e começaremos a divulgar nosso trabalho com workshops e rodas de conversa. Uma das propostas é possibilitar o plantio de hortas comunitárias nas periferias”, diz Larissa.

Com um longo caminho pela frente, as três estudantes trilham essa jornada com energia e confiança, mostrando a importância de ter recursos investidos no desenvolvimento pessoal, e principalmente os horizontes ampliados em relação às perspectivas para o futuro.

E para jovens empreendedoras como Larissa, Julia e Thaiene que pensam em por em prática seus planos de negócio, as meninas do Planty têm um recado especial: “Não pensem duas vezes! É um processo engrandecedor e muito rico. Muitas coisas são trabalhadas ao criar seu próprio negócio, inclusive sua maneira de lidar com você mesma e de acreditar no seu trabalho!”.

As PANCs são espécies que muitas vezes desconhecemos, mas podem incrementar a alimentação com nutrientes essenciais. Além disso, podem ser fáceis de encontrar até mesmo nas grandes cidades. No entanto, identificar o que é comestível ou não e atentar para as condições de produção é fundamental. Para saber mais como identificar uma PANC, clique aqui

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março 8th, 2018

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Nada mais universal do que falar da própria aldeia. A ideia, que se tornou famosa com o escritor russo Leon Tolstói, descreve bem o que estudantes de 23 Escolas Técnicas Estaduais (ETECs) de São Paulo aprenderam no Pense Grande: tratar dos principais problemas de suas comunidades utilizando como referência os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os ODS surgiram depois de uma reunião de líderes mundiais em setembro de 2015. No ano seguinte, em 2016, já estavam sendo usados pelas primeiras turmas de ETECs, dentro da metodologia especialmente desenvolvida para o programa.

Entre 2016 e 2017, 683 estudantes de escolas técnicas puderam relacionar as questões que queriam abordar em seus projetos de empreendedorismo social aos eixos temáticos apontados como prioritários pela ONU, da erradicação da pobreza à água potável e saneamento; da igualdade de gênero às mudanças climáticas.

Durantes as três edições do Pense Grande nas ETECs, os jovens aprenderam sobre os ODS e incorporaram em seus projetos de impacto social. No total, 44 projetos foram apresentados em demodays – dia de apresentação, em inglês, em que os empreendimentos são mostrados para investidores. Todos eles tinham relação com um ou mais ODS.

O primeiro pitch – apresentação curta, de no máximo cinco minutos – contou com a presença de Haroldo Machado Filho, assessor sênior no Brasil do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).  Ele foi convidado como jurado e se surpreendeu.

 “Vi os jovens bem motivados, com conhecimento bastante aprofundado sobre os ODS, dispostos a aumentar a escala de seus projetos e fazer a diferença não só na sua localidade, mas no Brasil”, disse Machado.

O estudante Marcos Oliveira, de 16 anos, da ETEC Pirituba, esteve entre os participantes do Pense Grande nas ETECs. Ele criou o aplicativo Empaixão, inspirado na ODS 5: igualdade de gênero. O app mapeia espaços seguros para populações sujeitas à violência, como mulheres e grupos LGBT. “Sempre gostei de discutir preconceitos, principalmente ligados à sexualidade. O Pense Grande e os ODS foram a chance que eu precisava”, diz o jovem, premiado entre os oito projetos de destaque na terceira edição.

Larissa Santos, de 16 anos, da ETEC Juscelino Kubitschek, em Diadema, na Grande São Paulo também trabalhou com a metodologia.  “É uma oportunidade maravilhosa atuar em algo em que somos diretamente afetados”, disse.

Ela e outros quatro colegas desenvolveram o projeto Box Cult, um dos oito destaques da terceira etapa do Pense Grande nas ETECs, no segundo semestre de 2017.

A iniciativa, que se relaciona ao ODS 4 (Educação de Qualidade) consiste em uma caixa com conteúdos de culturas especificas (negra, nordestina, oriental) enviada para escolas públicas para que trabalhem esses temas com alunos do Ensino Fundamental.

Na página da Agenda 2030, você pode conhecer os 17 ODS estabelecidos pela ONU e as 169 metas relacionadas a eles. Confira abaixo a tabela com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

março 6th, 2018

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Participantes do Pense Grande mostraram suas ideias de impacto social no demoday

O que 700 jovens de São Paulo têm em comum? Desde Cidade Tiradentes, na Zona Leste, ou Pirituba, Zona Oeste, estas centenas de adolescentes participam do Programa Pense Grande, da Fundação Telefônica Vivo, e podem enxergar para seu futuro um novo caminho, repleto de protagonismo e iniciativa por meio do empreendedorismo social.

No dia 25 de novembro, 17 grupos de jovens do Pense Grande, estudantes de ETECs (Escolas Técnicas Estaduais do Estado de São Paulo) de diferentes regiões da cidade, puderam testar e validar seus projetos de impacto social desenvolvidos ao longo de quatro meses.

Eles participaram do chamado DemodayDemoday é a junção de duas palavras em inglês, que em português significam dia da demonstração – em que apresentaram suas iniciativas em pitches.

A maioria dos grupos desenvolveu projetos que tangenciam alguns dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como é o caso do projeto Planty, criado por um grupo de três alunas da ETEC Uirapuru. A iniciativa investiga as PANC (Plantas Alimentícias Não Convencionais) e cria caixas personalizadas por assinatura com geleias e outros produtos orgânicos. O dinheiro da venda é usado na criação de hortas comunitárias dentro de periferias.

Outro projeto é o aplicativo Empaixão, criado por Marcos Silveira da ETEC Pirituba. A ferramenta é um app de mapeamento de espaços seguros para populações sujeitas à violência.

Ao fim das 17 apresentações, as equipes da Fundação Telefônica Vivo e do Impact Hub, parceiro executor do projeto, distribuíram as premiações nas seguintes categorias: melhor uso de tecnologia; melhor integração com a comunidade; e melhor atitude empreendedora.

“Se existe qualquer possibilidade de construir um Brasil mais justo, é com esses jovens do Pense Grande. São protagonistas do amanhã”, disse Odair Barros, gerente de planejamento e finanças da Fundação Telefônica Vivo.

Confira os projetos vencedores:

dezembro 22nd, 2017

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O Festival Social Good Brasil realizou sua quinta edição nos dia 27 e 28 de outubro, no Centro de Inovação – Acate, em Florianópolis (SC). Com a participação do Programa Pense Grande, o evento trouxe a seguinte pergunta: como a tecnologia pode ser uma ferramenta de melhoria social?

Nos dois dias de programação, que incluíram palestras, painéis e rodas de conversa, especialistas na área de negócios sociais trouxeram cases de sucesso e provaram que o empreendedorismo com causa pode realmente transformar o país. O Pense Grande esteve lá com um estande especial, que funcionou como uma espécie de tira-dúvidas sobre a iniciativa e o despertar da cultura empreendedora no dia a dia.

Pense Grande: projetos e oficinas

Thais Ferreira, umas das participantes do Pense Grande, foi finalista do prêmio Social Good Lab. Ela é criadora do projeto Mãe & Mais, uma solução baseada em dados para oferecer serviços e educação a mulheres e mães com menor poder aquisitivo: “Empoderar mães, essas figuras tão sub-representadas e julgadas pela sociedade, é cuidar do futuro das próximas gerações. Temos que inovar com recursos disponíveis para curar o que é urgente”, explicou Thais.

No segundo dia de evento, aconteceu a oficina ministrada pela mineira Agatha Martins, uma das facilitadoras do programa – facilitadores são jovens de vários lugares do Brasil que têm como missão espalhar a metodologia Pense Grande. A oficina contou com a presença de 41 jovens, entre eles dois cegos e mudos, que puderam conhecer as histórias de outros empreendedores sociais do programa: Marden Nilton, do Barkus, plataforma de educação e planejamento financeiro, e Deborah de Angelo, que criou o aplicativo Sonya para pessoas com deficiência visual.

Logo em seguida, os jovens participaram do Se Vira, um jogo de tabuleiro de cenários possíveis, no qual os grupos devem procurar soluções criativas com dispositivos que têm à mão. Após a dinâmica, eles foram convidados a contar suas impressões. “É muito legal notar que não adianta ter uma solução criativa. É preciso primeiro investigar as pessoas e os lugares onde se quer atuar socialmente”, finalizou Agatha.

dezembro 4th, 2017

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Há dez anos, um movimento mundial era criado para de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora. Nascia assim a Semana Global do Empreendedorismo, que acontece sempre em novembro. Só no Brasil, o evento mobilizou mais de 2,5 milhões de pessoas em 10 mil atividades nos últimos três anos.

Segundo relatório do SEBRAE, o país atingiu a segunda maior taxa total de empreendedores de sua série histórica em 2016, com 36% da população adulta envolvida com atividades empreendedoras.

Os números revelam o quanto o empreendedorismo já faz parte do DNA brasileiro. Mais do que ter o próprio negócio, empreender tornou-se uma ferramenta de mudança, capaz de transformar boas ideias em ações que geram desenvolvimento econômico social e transformam realidades.

E para incentivar ainda a mais o jovem empreendedor do Brasil a encontrar soluções para problemas de sua comunidade, o Programa Pense Grande acaba de lançar a Metodologia Pense Grande, já disponível para download gratuito aqui no site. Dividido em 10 grandes temas, o material reúne as melhores práticas e conteúdos das formações realizadas pelo programa. Agora, todos que se interessarem pelo tema podem ter acesso a uma metodologia exclusiva focada em empreendedorismo social, e assim tirarem suas ideias do papel.

“Quando o jovem conecta suas competências às necessidades de sua comunidade, ele é capaz de desenvolver uma atitude empreendedora que vai além do negócio e pode ser aplicada na vida como um todo”, explica Americo Mattar, diretor presidente da Fundação Telefônica Vivo.

A Metodologia Pense Grande reúne as melhores práticas e conteúdo para você se tornar um empreendedor social, acesse.

novembro 23rd, 2017

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Grupos de diversas regiões do Brasil mostraram suas ideias nos pitchs, apresentações de até 5 minutos para profissionais importantes da área

Na última semana de setembro, São Paulo recebeu jovens participantes do Programa Pense Grande da Fundação Telefônica Vivo. Vinda de diversos lugares e realidades do Brasil, essa galera têm se dedicado, nos últimos meses, ao desenvolvimento de ideias impacto social.

Divididos em grupos, eles passam por capacitações, vivências e dinâmicas para trabalharem suas competências empreendedoras, aumentarem sua rede de contatos e desenvolverem suas iniciativas. Conheceram também seus mentores – empreendedores que já passaram pelos desafios pelos quais eles estão passando e que se tornaram voluntários para dividir seus conhecimentos e experiências.

O desafio, dessa vez, foi fazer um pitch – demonstração de até 5 minutos sobre cada projeto, de um jeito atraente, que chame a atenção dos convidados. O parceiro executor Aliança Empreendedora deu uma assessoria pra que cada um conseguisse dar o seu melhor na frente da banca, formada por profissionais como Adriana Carvalho, da ONU Mulheres, Adriano Lira, repórter da revista  Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Roberto Sekiya, subsecretário de inovação do Governo do Estado de São Paulo.

As mãos suaram e as vozes tremeram um pouco, mas as apresentações feitas durante toda a manhã do dia 28 de setembro mostraram a diferença do preparo ao longo dos meses do Pense Grande para na hora de divulgar as ideias.

Um dos primeiros grupos a se apresentar foi o da Barkus, plataforma de educação financeira que trabalha tanto digital quanto presencialmente. “As dinâmicas dessa semana provocaram nosso grupo a se preparar para o pitches. Elas nos fizeram questionar: ‘como nos vemos como empreendedores e pessoas?’. Isso tornou a apresentação mais fácil”, ressalta Wallace de Anchieta, um dos idealizadores do projeto ao lado de Marden Nilton, de 22 anos, João Victor Gelio, e Maria Beatriz Santos Silveira, todos com 21 anos.

O grupo carioca Rolo de Filme, projeto de incentivo à audiovisual na periferia, também compartilhou suas impressões e aprendizados sobre etapas do Programa Pense Grande. “A imersão humaniza a figura do empreendedor, acabando com o mito dele ser infalível. Podemos nos reconhecer enquanto pessoas capazes de empreender”, contou Fábio Henrique da Silva Santos, do Rolo de Filme.

outubro 27th, 2017

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