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4 de dezembro de 2017

O Festival Social Good Brasil realizou sua quinta edição nos dia 27 e 28 de outubro, no Centro de Inovação – Acate, em Florianópolis (SC). Com a participação do Programa Pense Grande, o evento trouxe a seguinte pergunta: como a tecnologia pode ser uma ferramenta de melhoria social?

Nos dois dias de programação, que incluíram palestras, painéis e rodas de conversa, especialistas na área de negócios sociais trouxeram cases de sucesso e provaram que o empreendedorismo com causa pode realmente transformar o país. O Pense Grande esteve lá com um estande especial, que funcionou como uma espécie de tira-dúvidas sobre a iniciativa e o despertar da cultura empreendedora no dia a dia.

Pense Grande: projetos e oficinas

Thais Ferreira, umas das participantes do Pense Grande, foi finalista do prêmio Social Good Lab. Ela é criadora do projeto Mãe & Mais, uma solução baseada em dados para oferecer serviços e educação a mulheres e mães com menor poder aquisitivo: “Empoderar mães, essas figuras tão sub-representadas e julgadas pela sociedade, é cuidar do futuro das próximas gerações. Temos que inovar com recursos disponíveis para curar o que é urgente”, explicou Thais.

No segundo dia de evento, aconteceu a oficina ministrada pela mineira Agatha Martins, uma das facilitadoras do programa – facilitadores são jovens de vários lugares do Brasil que têm como missão espalhar a metodologia Pense Grande. A oficina contou com a presença de 41 jovens, entre eles dois cegos e mudos, que puderam conhecer as histórias de outros empreendedores sociais do programa: Marden Nilton, do Barkus, plataforma de educação e planejamento financeiro, e Deborah de Angelo, que criou o aplicativo Sonya para pessoas com deficiência visual.

Logo em seguida, os jovens participaram do Se Vira, um jogo de tabuleiro de cenários possíveis, no qual os grupos devem procurar soluções criativas com dispositivos que têm à mão. Após a dinâmica, eles foram convidados a contar suas impressões. “É muito legal notar que não adianta ter uma solução criativa. É preciso primeiro investigar as pessoas e os lugares onde se quer atuar socialmente”, finalizou Agatha.



 

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